Anti-depressivo funciona como «Viagra» feminino e aumenta líbido

19/11/2009 por João
Lisboa – O medicamento Flibanserin que falhou no teste como um anti-depressivo revelou como efeito secundário um aumento da libido nas mulheres, o que o poderá tornar no «Viagra» feminino prevendo-se a sua comercialização em 2011.
Os testes clínicos levados a cabo para testar a eficácia do Flibanserin como anti-depressivo envolveram, durante seis meses duas mil mulheres, com idade superior a 18 anos.

Embora o medicamento tenha falhado como anti-depressivo, verificou-se que as mulheres submetidas aos testes do não tiveram um melhoramento no seu ânimo, mas sentiram «um aumento de sua libido», disse à AFP John Thorp, cientista que seguiu o teste.

Conforme Thorp explica, a falta de desejo é o problema mais comum entre as mulheres de 30 a 60 anos, assim como a disfunção eréctil nos homens, que é tratada com o Viagra e outros medicamentos similares.

«Os homens mantêm o desejo, mas não podem actuar correctamente, já as mulheres perdem o interesse. O Viagra e outros medicamentos para a disfunção eréctil trabalham na irrigação sanguínea, mas o Flibanserin age no cérebro», explicou o cientista citado pela AFP.

Segundo o resultado dos testes realizados, o grupo que tomou 100 mg/dia deste medicamento afirmou que a sua actividade sexual aumentou de 2,8 para 4,5 por mês. O grupo ao qual foi dado um placebo também registou um aumento: passou de 2,8 para 3,7 relações sexuais por mês.

Curso ensina masturbação para jovens em escolas da Espanha

16/11/2009 por João

 O prazer está em suas mãos.

Um novo curso escolar que ensina masturbação a jovens de 14 aos 17 anos está provocando polêmica entre pais e educadores na Espanha.

 O curso faz parte de um programa introduzido pelas Secretarias de Educação e Juventude da província de Extremadura, e intitulado “O prazer está em suas mãos”. Ele pretende acabar com mitos para que os adolescentes entendam a sexualidade de forma natural. Masturbação e objetos eróticos As aulas sobre sexo serão facultativas nas escolas de segundo grau da província de Extremadura (oeste do país) a partir de novembro. Os conteúdos vão de anatomia e fisiologia sexual masculina e feminina até técnicas de masturbação e uso de objetos eróticos. Segundo os organizadores, o curso “O prazer está em suas mãos” quer atacar mitos sobre a masturbação e fazer com que os adolescentes entendam a sexualidade de forma mais natural.

Masturbação e objetos eróticos

As aulas sobre sexo serão facultativas nas escolas de segundo grau da província de Extremadura (oeste do país) a partir de novembro. Os conteúdos vão de anatomia e fisiologia sexual masculina e feminina até técnicas de masturbação e uso de objetos eróticos.

Para a secretária de Juventude de Extremadura, Laura Garrido, o novo curso “não deveria escandalizar a ninguém, principalmente porque todos nós fomos adolescentes algum dia e todos nós temos sexualidade”.

 Consciente das críticas de grupos de pais de alunos e veículos de comunicação conservadores, que classificaram a atividade escolar de imoral e irresponsável, a secretária disse à BBC Brasil que “resumir tudo em uma polêmica sobre como sentir prazer é uma barbaridade”.

“O programa tem muitos mais aspectos, como hábitos saudáveis, autoestima, afetividade, identidade de gênero, doenças de transmissão sexual… e esperamos derrubar muitos mitos negativos sobre a masturbação, é óbvio”.

Prazer quando e onde você quiser

A Secretaria de Educação de Extremadura elaborou 1.200 livros em formato revista com exemplos de dúvidas habituais de adolescentes sobre o tema e as respectivas respostas de educadores e sexólogos.

O material didático das aulas inclui mapas da anatomia humana, explicações sobre tipos de brinquedos eróticos, endereços úteis e até um baralho que coloca os jogadores em exemplos de situações de risco como uma ereção prolongada ou uma infecção genital, para que saibam como resolver os problemas.

Os slogans do curso escolar – “O prazer está em suas mãos” e “Prazer quando e onde você quiser” – foram aprovados pelo Instituto da Mulher de Extremadura (ONG que reúne associações feministas locais), porque consideram as aulas necessárias para que os jovens entendam que o sexo não é apenas um ato físico.

“Se esse curso conseguir que os nossos filhos se desenvolvam através de uma sexualidade saudável, será mais fácil evitar condutas discriminatórias e agressivas em suas relações”, disse à BBC Brasil a diretora geral do Instituto da Mulher, Maria José Pulido.

“É importante que pais e educadores possam tratar a sexualidade como um comportamento, uma expressão afetiva e de saúde também”.

Cidadania para a Educação

Mas nem todos os pais de alunos estão de acordo. A Associação de Pais Católicos de Extremadura formou um grupo de protesto chamado “Cidadania para a Educação” e ameaça levar o governo regional aos tribunais.

O grupo abriu um fórum de debate na internet e enviou uma carta ao governador local reclamando do novo curso escolar. 

“Exigimos ser informados previamente da natureza, do conteúdo e da orientação de toda atividade que tenha alguma implicação de caráter moral, porque somos os primeiros e principais educadores de nossos filhos”, diz a carta.

A presidente da associação, Margarita Cabrer, disse à BBC Brasil que ainda não recebeu resposta do governo e que o grupo de pais estuda vias legais para processar o Estado se o curso continuar até o fim do ano letivo (junho de 2010).

“O problema não é o ensino de masturbação. Não me preocupa que meus filhos se masturbem. O que me preocupa é que um adulto, cujos hábitos e valores morais eu desconheço, seja quem ensine os meus filhos a fazê-lo”, afirmou.

Cabrer disse também que espera uma intervenção imediata do Juizado de Menores de Extremadura, porque acha que o curso pode infringir o código penal nos artigos sobre corrupção de menores.

A assessoria de imprensa do Juizado de Menores de Extremadura não quis fazer comentários sobre o assunto à BBC Brasil.

 

Tirado de: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=curso-ensina-masturbacao-jovens-escolas-espanha&id=4706

Enfermeiras de clínica espanhola perdem prémio de produtividade se não usarem mini-saia

10/11/2009 por João

Não usar uma mini-saia no trabalho pode significar menos dinheiro no fim do mês. Esta é pelo menos a ideia da clínica espanhola San Rafael, em Cádis, que retirou a dez recepcionistas e enfermeiras o seu prémio de produtividade, por não usarem a saia curta que faz parte do uniforme obrigatório, escreve o diário espanhol “El País” na sua edição online.

O gerente da clínica desafiou os trabalhares a levarem o caso aos tribunais

As mulheres recusaram o traje estipulado, que além de deixar as pernas descobertas obriga ao uso de um avental justo e pouco prático. Assim, no fim do mês receberam menos 30 euros, o preço por andarem com os tradicionais fatos de saúde.

As funcionárias sentem que a decisão, mais do que injusta do ponto de vista económico, vai contra a lei da igualdade. “Sentimo-nos objectos decorativos. Quando estamos a trabalhar não temos liberdade de movimentos e não nos podemos baixar para atender doentes que estão acamados. Temos que expor o nosso corpo para fazermos o nosso trabalho”, explicou Adela Sastre, presidente do comité da empresa.

O gerente da clínica, que pertence ao grupo Pascual, desafiou os trabalhares a levarem o caso aos tribunais. José Manuel Pascual diz que a medida é justa e apenas surge na sequência do incumprimento da normativa de vestuário. O código aplica-se a outros centros de saúde do grupo onde, contudo, ainda não houve queixas.

A Delegação Provincial de Saúde da Junta de Andaluzia em Cádis informou que já enviou um requerimento à empresa sobre este assunto. A mesma fonte garantiu que a Junta mantém um acordo com a empresa para os hospitais, mas apenas assistencial.

A secretária provincial do sindicato de enfermagem (Satse), Carmen de Porres, considerou a situação “indigna e vergonhosa”. “As saias, collants, tamancos e coifa caíram em desuso há mais de 20 anos por ser muito pouco funcional”, acrescentou a representante. “Parece mentira que em pleno século XXI e quando todo o mundo fala de igualdade entre homens e mulheres existam empresas deste tipo”, criticou a dirigente sindical. “As saias sobem cada vez mais e o decote baixa”, lamentou a representante.

As auxiliares e enfermeiras da clínica anunciaram ontem que iam levar este assunto até às últimas consequências.

26.03.2008 – 15:24 Por Romana Borja-Santos

Tirado de:  público.pt

Hoje (e sempre) é dia de prevenir o cancro da mama

30/10/2009 por João

mama-c7e4O dia 30 de Outubro é o Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama.  Porque o diagnóstico precoce aumenta a probabilidade de cura, a prevenção tem um papel muito importante na sobrevivência ao cancro da mama. Eis alguns dos conselhos indicados pelo Portal da Saúde .

1. Que cuidados se devem ter para detectar o cancro da mama?

O diagnóstico precoce do cancro da mama é fundamental, pois aumenta as hipóteses de cura. Evita que o cancro se espalhe para outras partes do corpo, favorecendo o prognóstico, a recuperação e a reabilitação. Para que seja diagnosticado precocemente, é importante que:

  • Faça um auto-exame das mamas mensalmente, após o período menstrual;
  • Vá ao médico especialista em patologia mamária uma vez por ano;
  • Participe em programas de rastreio.

O exame clínico da mama pode confirmar ou esclarecer o seu auto-exame.

2. Quais são os sintomas mais comuns no cancro da mama?

  • Aparecimento de nódulo/endurecimento da mama ou debaixo do braço (na axila);
  • Mudança no tamanho ou no formato da mama;
  • Alteração na coloração ou na sensibilidade da pele da mama ou da aréola;
  • Corrimento pelo mamilo, com ou sem sangue;
  • Retracção da pele da mama ou do mamilo.

Ao sentir qualquer alteração nas mamas deve consultar o seu médico.

3. Como é feito o diagnóstico clínico do cancro da mama?

Para fazer o diagnóstico, o médico submeterá a mulher a um cuidadoso exame clínico e fará algumas perguntas sobre a história familiar. Fará também a palpação das mamas com as mãos, pois só assim poderá sentir a presença de um nódulo. O médico poderá solicitar alguns exames, tais como:

  • Mamografia: o principal exame das mamas, realizado através de raios X específicos para examinar as mamas. Como é muito preciso, permite ao médico saber o tamanho, localização e as características de um nódulo com apenas alguns milímetros, quando ainda não poderia ser sentido na palpação.
    Faça uma mamografia de rotina sempre que solicitada pelo seu médico.
  • Ultrassonografia (ecografia): deve complementar sempre a mamografia e informa se o nódulo é sólido ou contém líquido (quisto).
  • Citologia aspirativa: com uma agulha fina e uma seringa, o médico aspira certa quantidade de líquido ou uma pequena porção do tecido do nódulo para exame microscópico. Esta técnica esclarece se é um quisto (preenchido por líquido), que não é cancro, ou de um nódulo sólido, que pode ou não corresponder a um cancro.
  • Biópsia: procedimento (cirúrgico ou não) para colher uma amostra do nódulo suspeito. O tecido retirado é examinado ao microscópio pelo patologista. Este procedimento permite confirmar se estamos perante um cancro da mama.
  • Receptores hormonais (estrógenio e progesterona): caso a biópsia permita o diagnóstico de um cancro, estes testes de laboratório revelam se as hormonas podem ou não estimular o seu crescimento. Com esta informação, o médico pode decidir se é ou não aconselhável incluir no plano de terapêutico um tratamento à base de antagonistas daquelas hormonas, isto é, medicamentos que contrariam o seu efeito. A amostra do tecido do tumor é colhida durante a biópsia.364

Tirado de:  www.expresso.pt

Meus amigos com esta postagem venho mais uma vez alertar para este flagelo de que falo já nas duas anteriores já feitas (, , ) para que todos estejamos alerta para este tema. Os seios femininos são algo de maravilhoso mas que como tudo requerem certos cuidados.

Para quem quiser ler e saber mais: www.averdade.comwww.destak.pt, www.correiomanha.pt, www.rr.pt, www.correiodominho.com, www.diariocoimbra.pt, www.dn.pt, diariodigital.pt, Liga contra o cancro, Ame e viva a vida, Lisboa: Dez mil correm contra cancro da mama, Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama, Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama no facebook.

Dia Mundial e Nacional da luta contra o Cancro de Mama

30/10/2009 por João

phpThumb.phpNos Açores, está em curso há 10 meses, um rastreio a esse tipo de cancro, e, até ao momento, 60% das mulheres contactadas, entre os 45 e os 74 anos de idade, já realizaram a mamografia.

No entanto, no concelho de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, onde se encontra agora o mamógrafo, o rastreio não está a ter a adesão esperada.

Os técnicos do Centro de Oncologia dos Açores já levaram o mamógrafo móvel a vários concelhos das ilhas de São Miguel, Santa Maria, Flores, Graciosa e Corvo e, nesses primeiros dez meses, as maiores adesões verificaram-se em Santa Maria, com 74% e no Nordeste , com 70%.

O rastreio, agora, decorre em Ponta Delgada e Raul Rêgo, presidente do Centro de Oncologia dos Açores (COA) reconhece que a adesão no concelho não tem sido muita, porque também se verificou o o aumento da capacidade de se realizar mamografias no Hospital de Ponta Delgada, o que tem colidido com o rastreio móvel.

Raul Rêgo adianta que já estão em curso acções de sensibilização, junto dos profissionais de saúde para o rastreio ao cancro da mama, promovido pelo COA.

A situação tem também ocorrido noutras ilhas do arquipélago e, um dos objectivos imediatos é fazer circular informação, para se evitar a duplicação de esforços.

Rui Messias / Carlos Tavares.

Publicado: 2009-10-30 11:22:20 | Actualizado: 2009-10-30 12:00:53

Tirado de:  www.rtp.pt

Dia nacional de luta contra o cancro da mama

29/10/2009 por João

Alerta para a prevenção do cancro da mama no Hospital de Famalicão

Sexta-feira (dia 30/10/2009) é um dia cor-de-rosa
cancro-da-mama.jpgO Centro Hospitalar do Médio Ave, unidade de Famalicão, através da Associação do Voluntariado Hospitalar, nomeadamente pelo Movimento Vencer e Viver, assinala, amanhã, sexta-feira, 30 de Outubro, o Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama.

O Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama é celebrado a nível nacional em tons de rosa, por ser a cor associada ao cancro da mama. Amanhã, as voluntárias do Vencer e Viver, com os técnicos do serviço de Ginecologia, distribuem laços cor-de-rosa por /doentes, funcionários e visitas, que não são mais do que uma réplica do grande laço /colocado na frente do edifício hospitalar. Esta acção termina com uma largada de balões cor-de-rosa.
O objectivo da campanha é sensibilizar para a prevenção desta doença, lembrando a importância dos exames e a atenção aos sinais de que algo não está bem.
Esta é a primeira vez que o Centro Hospitalar do Médio Ave vai assinalar o Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama, porque só agora teve as condições necessárias ao nível das estruturas e dos recursos humanos. Há anos que neste Hospital são operadas mulheres com esta doença e que se fazem tratamentos de quimioterapia, mas faltava quem lançasse a iniciativa, que surge, agora, por acção do voluntariado Vencer e Viver.

Tirado de: http://www.cidadehoje.pt/index……….

Salto alto provoca efeitos secundários na velhice

26/10/2009 por João

salto-alto-10Um estudo norte-americano afirma que o uso de sapatos apertados e de salto alto pode, mais tarde, implicar dores.

Chega mesmo a doer! As mulheres que durante a sua juventude usaram calçado apertado e salto alto, têm maior risco de ter dores na parte de trás do pé, no tornozelo e no tendão de Aquiles.

Pelo menos é essa a conclusão a que chegou um estudo que examinou a ligação entre sapatos e dores no pé, baseado em mais de 3.378 homens e mulheres de Framingham, Massachusetts (EUA), com uma média de idade de 66 anos.

Os pesquisadores descobriram que as mulheres que usaram principalmente calçado confortável, como ténis ou sapatos desportivos, durante a sua juventude, reduziram seu risco de dores nos pés para mais da metade, em comparação com as mulheres que usaram sapatos medianamente confortáveis, como os de sola dura ou sola de borracha.

No entanto estes dois grupos estavam em minoria, sendo que mais de 60% disseram ter usado, no passado, saltos altos, sandálias e chinelos. As mulheres que usaram essas variações estavam entre aquelas com maior risco de vir a ter dores na parte de trás do pé, no tornozelo e no tendão de Aquiles.

“Acho que as mulheres realmente precisam prestar atenção à forma do sapato, e perceber se aquele produto pode ter potenciais efeitos negativos para os seus pés”, disse a principal autora do artigo, Alyssa B. Dufour, estudante de doutorado em bioestatística da Universidade de Boston.

Por seu turno, os homens fazem escolhas muito melhores na hora de escolher o que vão calçar, sendo que menos de 2% usavam sapatos com malefícios para os seus pés.

O estudo, patrocinado pelo Institute for Aging Research of Hebrew SeniorLife, em Boston, será divulgado na edição de Outubro do jornal “Arthritis Care & Research”.

Tirado de: http://noticias.pt.msn.com/article.aspx?cp-documentid=150461595

Ler também: http://fashionlife.wordpress.com/2008/05/30/meu-salto-e-alto-e-o-seu

http://cabecadecuia.com/drops/2008-02-04/salto-alto-melhora-desempenho-sexual-das-mulheres-e-favorece-orgamos-18022.html

http://melhoragora.org/2007/10/07/cuide-com-o-salto-alto

Imagens tiradas da internet./All images were taken from internet.evolucao_salto_alto

Dia mundial de luta contra o cancro da mama

02/10/2009 por João

mamas

Olá meus caros leitores.

Antes de mais peço desculpa pela minha ausência prolongada mas infelizmente a vida às vezes dá voltas e mais voltas e se me tivesses contado o que iria acontecer nestes últimos anos eu não acreditaria de certeza. Mas resta a certeza de que o que não nos mata torna-nos mais fortes e espero eu que quando tudo isto acabar eu esteja muito mais forte e capaz pra enfrentar a vida do que antes.

Mas não é este o tema. O tema deste poste é como se pode ler o dia mundial da luta contra o cancro da mama. Hoje logo pela manhã pouco depois de ter saído do metro lá apanhei o jornal metro, coincidência de nomes engraçada,  e tomei consciência que hoje era o dia mundial contra o cancro da mama, 01/10/2009, facto de que eu era alheio e provavelmente a maioria das pessoas que apanharam o mesmo jornal para ler.

0001299Acho triste que continuem a haver notícias como esta, quatro a cinco mulheres por dia que morrem com este tipo de cancro é algo que eu acho totalmente absurdo. Desculpam-me o termo mas é mesmo assim. No meu entender algo vai muito mal. Somos mais coisa menos coisa 10 milhões de habitantes neste “jardim à beira mar plantado” e morrem cerca de 1500 mulheres por ano com esta doença?? Fazem sentido estes números?? Que raio se passa connosco numa altura em que se passa a vida a falar em sexo, educação sexual, em que o que mais passa na televisão é sexo??

Fico triste e ao mesmo tempo estupefacto com isto. Sei que a mentalidade de só acontece aos outros muito tipicamente portuguesa, se bem que não só portuguesa, leva muitas vezes ao desleixo mas estes números são assustadores. Informação fará falta nas aldeias do interior e aos mais velhos, talvez porque estes também estão mais fechados a este tipo de coisas devido a uma mentalidade desconhecedora da realidade, agora a malta mais jovem, a malta das grandes cidades tem todo o tipo de informação que precisa e mais alguma,às vezes a informação até é demais…

É preciso lembrar que este cncro não atinge só as mulheres também afectando os homens no entanto a taxa é de 1 homem para cada 100 mulheres, segundo informações da página da liga portuguesa contra o cancro, sendo que não encontrei dados estatísticos nem informações sobre alguma morte devido a esta doença nos homens e como tal não faço ideia dos números mas como a incidência é muito menos a mortalidade será muito menor também.

Os seios femininos são uma maravilha da natureza mas precisam tal como qualquer outra coisa serem bem tratados estimados e cuidados sendo que o auto exame da mama é muito importante e é muitas vezes a salvação da mulher já que por este meio, esta detecta o nódulo que a leva ao médico e lhe salva a vida. Vergonha não é desculpa, preguiça também não e desleixo muito menos.

Meus queridos amigos do sexo masculinoo auto exame da mama também pode ser feito por nós, se bem que deve ser feito por elas porque ninguém melhor que a dona do corpo para o conhecer, nós podemos dar uma ajudalaço_cancro_da_mama quer incentivando a sua realização quer fazendo nós como uma maneira de preliminares, como uma maneira de aumentar a intimidade do casal ect,  etc,etc… Também devemos ser uma solução e não uma omissão neste problema nacional e mundial. De certeza que todos ja tivemos uma caso na família quer seja mulher, namorada, mãe, tia, filha… Elas fazem parte da nossa vida e assim como elas no devem ajudar a nós nos nossos problemas nós devemos ajudá-las nos delas.

Meus queridos amigos tomeis conhecimento de casos em que os maridos abandonavam as esposas por esta ficarem doentes com este problema. Acho isso a coisa MAIS PORCA NOJENTA E ESTÚPIDA QUE ALGUM HOMEM PODE FAZER NA VIDA, É PRECISO SER MUITO CARA DE PAU E FALTA DE CARÁCTER para as abandonar quando elas mais precisam de nós da nossa companhia da nossa amizade compreensão e acima de tudo CARINHO E AMOR para superar este problema, porque sim se detectado a tempo este problema tem solução.

Minhas queridas toca a ter cuidado e a fazer o auto exame da mama se fazem o favor, não  A MIM MAS SIM A VÓS MESMAS…Decote

Para finalizar quero dizer que estas páginas valem uma leitura. Umas são páginas de entre ajuda e outra com uma exemplificação de como fazer o auto exame.

Movimento vencer e viver

Auto exame exemplificado

Sugestões para o auto exame

Outro auto exame

Conheça o que lhe vai no peito

Para quem quiser procurar mais

Abraços e beijinhos para todos.

Histórias de Sexologia

18/07/2009 por João

01Muitas das mulheres que vão às consultas de Sexologia não têm vontade de ter relações. Mas existe o avesso: algumas mulheres sofrem por se sentirem demasiado excitadas e insatisfeitas, mesmo depois de terem dezenas de orgasmos.

02Foi virgem para o casamento. Depois, descobriu um prazer “louco” com o marido. Tem sempre vontade de ter sexo e os orgasmos multiplicam-se. Nessa altura, o prazer transforma-se num inferno vertiginoso difícil de conduzir. Irene (nome fictício) tem 32 anos, é casada, tem filhos e diz sofrer com o seu apetite sexual. “Já me pus na cama a testar, a estudar o meu corpo. Começo a masturbar-me e posso ter 30 orgasmos. Às vezes, quando me levanto, até caio para o lado, de tão cansada que estou. Queria ver se isto tinha um fim…”, conta. Diagnóstico: perturbação da excitação sexual persistente, um caso raro nas consultas de sexologia, uma vez que a maior parte das mulheres que procura ajuda sofre de falta de desejo, não de excesso.03

“O que faz o diagnóstico de perturbação de excitação sexual persistente é o facto de as sensações de excitação sexual, para além de intensas e persistentes, não serem desejadas e provocarem sofrimento, tanto a nível emocional como físico, pois tornam-se desagradáveis e incomodativas”, explica Graça Santos, psiquiatra na consulta de Sexologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra.
Apesar de sempre ter achado que era sensível, Irene – que já trabalhou numa fábrica e agora está desempregada – só se deparou com um clítoris insaciável aos 20 anos, quando se casou e começou a ter relações. Até lá, nunca imaginou o que iria sentir quando se deitasse com um homem. Gosta de realçar que a04 “primeira vez” foi com o marido e vice-versa. “Tenho imenso prazer com ele”, frisa Irene, que há dois anos começou a ser seguida em consultas de Sexologia.
Este é, porém, um dos casos mais raros com que se deparam os especialistas. A moldura quotidiana é bem diferente: “Nas minhas consultas, só tive duas mulheres que apresentavam casos de perturbação da excitação persistente, para os quais não há tratamento eficaz. O dia-a-dia aqui é precisamente o contrário, é a ausência do desejo, o chamado desejo sexual hipoactivo”, explica Graça Santos.

Causas desconhecidas

O sofrimento de Irene é outro: excita-se com facilidade, por vezes05 sem razão aparente, e tem dificuldade em parar, assim que tem o primeiro orgasmo. “O meu clítoris quer sempre mais. Às vezes até posso estar cansada de ser penetrada, mas quero sempre mais”, desabafa. “Isto é horrível. Evito pensar em sexo para não ficar com vontade”, diz. “Se for fazer, vou ter um, dois, três, quatro, cinco orgasmos maiores e depois uma coisa mínima. Por isso, limito-me a ficar parada. Tive que ganhar um grande poder de me concentrar”, conta, dizendo que já tentou medicação, embora sem sucesso. “Só retardou o orgasmo. Tinha mais tarde, mas a vontade enorme continuava”, suspira.
06Pouco se sabe quanto às causas da perturbação da excitação persistente: “Pensa-se que terá a ver com causas hormonais, mas os doseamentos de hormonas têm-se mostrado normais”, diz Graça Santos, acrescentando que algumas mulheres desenvolveram estas perturbações logo após terem deixado de tomar antidepressivos SSRI (inibidores da recaptação da serotonina). “Uma possibilidade é que seja a síndrome de abstinência destes fármacos a responsável pela perturbação. Mas07 em muitos casos não houve história de a mulher ter tomado estes fármacos”, acrescenta.
Casada há cerca de 12 anos, Irene tem um filho de 10 e uma filha de seis. Diz que já fez sexo com o marido de todas as formas e feitios. “Sexo oral, anal, masturbação, tudo… para ver se esta vontade saía, mas nada. Esta vontade no clítoris não me deixa. Quero sempre mais uma vez. Por que é que tenho esta falha?”, questiona.
À medida que se quebram estereótipos, preconceitos e medos em redor da sexualidade feminina, histórias como as de Irene têm sido contadas. O mesmo se passa com a adição sexual. Durante algum tempo, parecia que apenas os homens a conheciam e sofriam com ela. Agora, surgem também testemunhos de mulheres dependentes do sexo que procuram apoio.

Adição sexual

Mas o que distingue a perturbação da excitação persistente da adição sexual? Na adição, “embora depois dos actos 08possa haver arrependimento e auto-recriminações, a actividade sexual é vivida como um alívio imediato da tensão”. “Pouco tempo depois, repete-se todo o processo de desejo, procura, actividade e alívio da tensão. Na perturbação da excitação sexual é ao contrário. Quanto mais se envolvem em actividade sexual, maior é o desconforto”, diz a médica.
E confirma-se: Irene evita iniciar a actividade sexual para não ter que sofrer com a persistência incomodativa da excitação. “Evito ter relações para não ter o primeiro orgasmo. É mais fácil não mexer”, explica. O marido “acaba por sofrer”: “Ele sabe que eu tenho um prazer louco com ele. O problema não é esse, é esta vontade de explodir”, diz.09
A perturbação da excitação sexual persistente não está, porém, descrita na mais recente versão do Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais (DSM), espécie de bíblia, elaborada e periodicamente revista pela Associação Psiquiátrica Americana, na qual estão classificados, entre outros, os vários distúrbios sexuais existentes. “Na literatura, alguns autores defendem que ela faça parte das perturbações da excitação. Assim, haveria a perturbação de excitação inibida e, por oposto, a perturbação de excitação persistente, mas para outros devia ser considerada uma perturbação da fase de resolução da resposta sexual”, explica Graça Santos.
Também a adição sexual não é reconhecida no conceituado manual. Existe apenas uma categoria, os distúrbios sexuais sem especificação, entre os quais estão quadros de sexo com sucessivos parceiros, encarados como objectos. 10Já outro compêndio, o CID (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde), produzido pela Organização Mundial de Saúde, fala, na versão mais recente, em conduta sexual excessiva, com duas subclassificações: satiríase (nos homens) e ninfomania (nas mulheres).
Apesar de não haver uma definição consensual e de o próprio conceito de “adição sexual” não ser unanimemente reconhecido pela comunidade científica, pode dizer-se – de acordo com os especialistas que defendem que existe – que apresenta sinais idênticos aos de outras dependências. O sexo domina os pensamentos, o que faz com que a pessoa se mobilize em torno de um objectivo: a satisfação sexual. Depois de consumar o acto, e apesar de sentir gratificação sexual, a pessoa enfrenta também uma sensação de desânimo. Além disso, é habitual tentar esconder a actividade sexual que mantém e só reconhecer que tem um problema quando o emprego, a relação com a família, com os amigos e o casamento começam a ser prejudicados.

Normalidade?

Embora haja uma grande polémica em redor do tema, existem relatos, sobretudo nas páginas da imprensa internacional, de um crescente número de mulheres “viciadas em sexo”, havendo mesmo – nos Estados Unidos, por exemplo – clínicas de recuperação exclusivamente vocacionadas para o tratamento desta dependência. Há, porém, especialistas que defendem que a adição sexual é uma criação destas clínicas particulares e dos meios de comunicação social. Muitos alegam que os pacientes que se queixam de adição sexual sofrem, por vezes, de perturbação obsessivo-compulsiva e podem apresentar quadros relacionados com álcool e drogas.11

Para o psiquiatra Tiago Marques, quando se fala em adição sexual, não é tanto a quantidade de sexo que interessa mas o sofrimento a ele associado. “Não podemos dizer que algo que é normal como o sexo tem um limite superior de normalidade… Esse limite encontra-se onde começa a interferir com a vida da pessoa”, explica. Para o psiquiatra, a adição sexual pode caracterizar-se pela “existência de comportamentos ou pensamentos sexuais excessivos ou inapropriados que levam uma alteração no funcionamento em diversos domínios da vida de um indivíduo”, como sejam a “vida social, pessoal ou profissional”, causando “sofrimento pessoal subjectivo”.
A mesma opinião tem Graça Santos: “É muito difícil quantificar o12 que é adição sexual. Por exemplo, é normal – embora tentemos fugir muito à questão da normalidade – que um casal apaixonado tenha desejo várias vezes ao dia”, diz.
Uma ideia também defendida pelo sexólogo Júlio Machado Vaz, que não gosta de falar em pessoas viciadas em sexo, mas antes de dependentes de sexo. “A palavra vício tem conotações morais que não me agradam”, explica, garantindo que existem mulheres e homens dependentes do sexo em Portugal. “É hoje entendimento de muitos dos meus colegas que o sexo se pode tornar um comportamento compulsivo, com características de dependência semelhantes ao consumo de drogas ou ao jogo”, frisa. Como saber se é uma dependência? “A fronteira está no carácter compulsivo do comportamento e no mal-estar que provoca, no caso das mulheres agravado pelo duplo padrão moral que ainda existe”, explicou por e-mail.

Cabeça e corpo

Há ainda outras perturbações na actividade sexual que surgem nas consultas e que têm que ser enfrentadas com terapia sexual ou fármacos. “Existem as perturbações do orgasmo. Há mulheres que têm orgasmos e têm uma vida sexual insatisfatória e mulheres que não têm e consideram satisfatório o sexo que praticam. 13Existe ainda a perturbação da dor sexual da qual é exemplo o vaginismo, uma reacção de defesa da mulher que pode ter que ver com experiências traumáticas durante a infância ou pode decorrer de radioterapia vaginal”, diz Graça Santos. Neste último caso, as mulheres não conseguem introduzir nada na vagina e, por isso, não fazem exames ginecológicos nem sexo. “Temos casais que estão juntos há anos e nunca tiveram uma relação”, conta.
Sobretudo no que toca a mulheres, a sexualidade parece não ser, de todo, um mecanismo simples de resposta a um estímulo. Uma teoria reforçada pelas conclusões de um estudo de uma investigadora do Canadá, Meredith Chivers, que foram divulgadas no New York Times e no The Independent.
A cientista mostrou a um grupo de homens e mulheres imagens de cariz sexual: actos de masturbação masculina e feminina, sexo homosesexual, heterossexual, uma ginasta nua, um homem a andar nu numa praia e ainda símios a acasalarem. Durante a experiência, e através de diversos mecanismos, media-se a excitação de cada pessoa – a resposta física de cada uma, como, entre outras 14manifestações, a lubrificação vaginal, nas mulheres, e a erecção do pénis, nos homens. “Ao mesmo tempo, cada participante assinalava, por meio de um comando electrónico, as imagens com as quais se sentia excitado”, refere o The Independent.

Os resultados foram previsíveis nos homens. A resposta física correspondeu ao que assinalaram no comando: sentiram-se excitados com aquilo que dizem que os excita, sobretudo sexo entre mulheres e entre casais heterossexuais. Já nas mulheres o cenário é “diferente”. Apesar das respostas que assinalaram não o indicarem, elas sentiram-se excitadas com quase tudo o que viram: sexo entre homens, entre mulheres, com a ginasta nua, até com os símios. Conclusão: é possível que, muitas vezes, a cabeça e o corpo femininos não estejam em sintonia. Como no caso de Irene.

Artigo de:  Maria João Lopes 06.07.2009

Tirado de: www.jn.pt

Fotografias tiradas da internet / All photos were taken from internet

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Boas ideias para este frio

08/01/2009 por João

Com a mudança do clima, com a chegada do frio, precisamos nos preocupar em adoptar alguns cuidados com nossa pele, em especial porque a humidade do ar diminui muito nesta época. A humidade do ar em outras épocas do ano, chega a 80/90 %, já no inverno a humidade declina muito, chegando à 30 % em alguns dias.

Então, siga algumas dicas:

ROSTO: Ao acordar lave o rosto com água corrente e aplique um hidratante facial, que tenha como componente Aloe Vera ou algum outro indicado para seu tipo de pele.
MÃOS: Para as mãos utilize um creme com uréia ou óleo de amêndoas.
BANHO: Agora vou pedir o mais difícil, banhos demorados e muito quentes não são recomendados, se não conseguir diminuir a temperatura na água, ao menos apresse seu banho.
Não use esponjas esfoliativas ou buchas, também evite os sabonetes esfoliativos, use algum que tenha o PH compatível com seu tipo de pele. O objectivo é tentar manter parte da oleosidade natural da pele.
Também procure utilizar hidratantes indicados para seu tipo de pele.
LÁBIOS: para lábios ressecados, ou para evitar que fiquem gretados , utilize uma solução de depantenol ou silicone, ou até mesmo manteiga de carité.
CABELOS: Não lave excessivamente para evitar o ressecamento, em especial do couro cabeludo, utilize hidratantes com keratina ou silicone. Não abuse dos condicionadores. Gel para modelar? Evite, como muitos tem álcool em sua composição também podem ressecar os cabelos.
PROTECÇÃO SOLAR: Mesmo sendo inverno não abra mão do protector solar, factor 15 é suficiente.
RENOVAÇÃO: Consulte seu dermatologista sobre a possibilidade de utilizar algum tipo de ácido nocturno, isto pode ajudar a acelerar a renovação celular, já que é uma época com sol mais fraco pode ser uma boa oportunidade.
ROSÁCEAS: Sabe aquele chá gostoso, ou chocolate quente, que a gente aproxima bem do rosto e fica sentindo o calor, o vapor? Se você tem problemas com rosácea ou dilatação dos vasos, evite, pois este calor e este vapor podem prejudicar seu quadro.

Texto editado pelo Dr. Francisco F. Bezzera Jr. – Dermatologista.

Tirado de: http://depilacaomasculina.weebly.com

Uma imagem de esperança pra todos.