Revolução sexual chinesa

“Os sex shops estão se espalhando como Starbucks na China. As pessoas têm que tomar café. E têm que fazer sexo”, diz uma entrevistada no documentário “A Revolução Sexual Chinesa”, exibido hoje pelo GNT.

Ela se refere às cerca de 5.000 lojas especializadas em sexo espalhadas pelo país, e “freqüentadas como supermercados”. A tese defendida pela produção é a de que, dos anos 90 para cá, o país se libertou das amarras comunistas ao sexo, e homens e mulheres estão se redescobrindo.

“Tentaram enterrar o sexo junto com o capitalismo. Mas, agora, os chineses estão abraçando ambos apaixonadamente”, narra o filme. “Mao [Tse-tung], há 60 anos, fez um experimento sexual que só agora foi entendido. Ele transformou parceiros sexuais em camaradas”, diz uma entrevistada que vive entre Nova York e Pequim.

“Fomos transformadas em homens. A moda forçava todos a serem irmãos.” Existia sexo, sim, “mas como trabalho de reprodução”. Só recentemente, dizem as chinesas, as mulheres redescobriram a vaidade, o estilo.

Aumentou a procura por sex shops, por bordéis. Adotou-se o conceito de “ficar” por uma noite. E também se espalhou o vírus da Aids, forçando o governo a se preocupar com a educação sexual dos jovens.

Tirado de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u430643.shtml

Deixe um comentário

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: